quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Opala SS , esse e a makina dos sonhos de qualquer um!!!!

Uma versão esportiva do Opala já era objeto de especulação no início de 1970. Dizia-se que teria um tempero mais picante, com direito a carburadores duplos ou triplos. A fantasia se confirmou, mas com receita bem mais branda. Estreando já como modelo 1971, o SS, ao lado do Gran Luxo, vinha completar a linha já composta pelas versões Especial e De Luxo. Aos novatos cabia inaugurar o motor 4100 de seis cilindros, com potência bruta de 140 cavalos. O ganho de 23 cavalos em relação ao 3800 já existente proporcionava uma velocidade máxima de 169,49 km/h, valor muito bom para a época.

Para não dizer que a esportividade do SS se resumia à aparência, vale dizer que ele trouxe para a família câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho. Também eram novidade os bancos dianteiros individuais.
As faixas pretas no capô e nas laterais e as rodas de aço com desenho de estrela e 5 polegadas de largura, meia a mais que nas outras versões, eram os sinais externos do espírito do carro. No interior, alguns toques de requinte, como manopla de câmbio e aro de volante de madeira, mais um relógio analógico no console à frente da alavanca de marchas. No painel de instrumentos, um tímido conta-giros entre os dois mostradores maiores.
A cara de mau do carrão era neutralizada pelas quatro portas. Porém, o modelo 1972 estreava a carroceria cupê, cujos destaques eram ausência de coluna central, janelas sem molduras e caída fluida da traseira. O novo formato parecia ter sido feito para o SS e se tornaria o padrão da versão até o fim da vida dela, em 1980. Os primeiros sedãs passariam para a história como figurinhas difíceis para o "álbum" de colecionadores.
Na estréia do modelo, já se apontava que o motor estava por demais "estrangulado", uma vez que tinha o mesmo carburador de corpo simples do 3800. O fôlego que faltava veio em 1976, com o lançamento do motor 250-S. Com carburador de corpo duplo, tuchos de válvula mecânicos e comando mais "bravo", o 250-S chegava aos 171 cavalos brutos. Em comparativo realizado em março daquele ano contra os eternos rivais Dodge Charger R/T e Ford Maverick GT, o Chevrolet atingiu a máxima de 189,48 km/h e ficou com o título de o mais veloz do trio. Porém ficou atrás no 0 a 100 quando comparado ao rival da Ford: 11,67 segundos contra 10,85, ainda que superando o Charger, que cravava 12 segundos. Somente no SS o 250-S era de série, sendo oferecido como opcional nos Opala que não eram "de briga".
O teste constatava que a suspensão continuava macia para um esportivo, afundando demais a frente em frenagens e aumentando o espaço de parada. Com discos sólidos à frente, ainda não havia um bom resfriamento do sistema, causando fadiga. "O Opala é mais fácil de ser dominado devido a seu menor peso. Mas se ressente de uma suspensão mais rígida para evitar o excessivo balanço em curvas, o que obriga o motorista a rápidas correções para não sair da trajetória original", dizia o repórter Emílio Camanzi.
Como as alterações do SS eram basicamente estéticas, sua marca foi a variedade de formas das faixas externas, que mudavam conforme o ano e o modelo. Acompanhando a família, sofreu reestilização leve em 1973, com as setas passando às laterais dianteiras dos pára-lamas. Mudanças maiores de estilo ocorreriam a partir da linha 1975, que ganhava novo capô, luzes de seta inspiradas no Chevelle 1971 e os dois pares de lanternas redondas que davam um toque de Impala ou Camaro à traseira.
O acabamento SS seria estendido à Caravan na linha 1978, apresentada com o slogan "leve tudo na esportiva". Na linha 1979, os retrovisores externos carenados pintados da cor da carroceria conferiam ares exclusivos à versão. Porém, seriam suspiros finais daquele que se despediria na linha 1980, ainda a tempo de ganhar os faróis e as lanternas quadradas que caracterizariam os Opala da primeira metade daquela década.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Além do opala

                                                      Chevrolet nova
                                                         Honden Monaro
                                                            Opel Rekord


                                                        Chevrolet Chevelle
                                                            Impala

sábado, 7 de janeiro de 2012

Campanha !!!

          Nois do Clube dos Opaleiros de Brumadinho estamos precisando de sua doação para ajudar  as pessoas que foram atingida pela enchente
           Mais informaçoes entre contato com Everton  tell 9866-6645

                               Contamos com sua colaboração

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Frases de Opala

                                            Na dúvida, não ultrapasse!
       Máquina de entortar pescoço
    Quem gosta de motorzinho é dentista!
        Tão importante quanto construí-los é conservá-los!
        No 8° dia Deus criou o Opala
        Opala não anda, desfila!
        Sorria, você está sendo ultrapassado!
        Carro de homem é Opala!
        Opala: prazer em dirigir contra o tempo!
        6 cilindros: sonho de muitos, coragem de poucos...
        Desculpe a pressa, tenho 6 bocas para alimentar!
        É velho mas não é 1.0
        Meu outro carro também é Opala
        6 cilindros: ou você está nele, ou atrás dele!
        Quem fica atrás de Gol é gandula!
        Ela me disse: ou eu ou o Opala! Sinto saudades dela...
        6 bocas a gás? Só no meu fogão!
        Não ultrapasse! Serei obrigado a por segunda!
        Meu outro carro é zero, mas está em casa , quebrado...
        Opala: porque a época de gostar de carrinhos de plástico já passou!
        Opala é que nem sutiã: só pra quem tem peito!
        10 reais no tanque, 10 minutos de diversão!
        Ontem era um sonho, hoje eu nem durmo...
        Infeliz foi Adão que só teve Eva e nenhum Opalão!
        Torque, mulher e dinheiro nunca são demais...
        Seu carro é do ano? O meu é do século!
        Um carro 0 hoje daqui a cinco anos será um carro velho... um Opala será sempre um Opala!
     Desculpe, é 6 cilindros...
        Seu carro não está parado...
        1.0 a 9,8m/s? Jogue-o de uma ponte!
        Condomínio de luxo!
        Opala:poucos tem, muitos criticam, mas todos respeitam!
        O defeito do 4 é que existe o 6!
        Se eu quisesse economizar combustível andava de ônibus!
        Opala: da elegância à ignorância em 5 segundos....
        A causa do seu torcicolo chegou!
        Quem anda de carrinho é bebê!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Adesivos a venda


 
                                                            Adesivos a venda
                                  15cm x15cm  R$10,00   telefone  de contato 9866-6645 _ Everton

domingo, 4 de dezembro de 2011

Opalas do Clube: Opala do D'Angeles 1983





 Este e opala do nosso amigo D'Angeles , ele possui um comodoro de 1983
 Para o ano de 1980, o Opala passou por uma mudança de estilo para se adequar à moda das formas retangulares dos carros. A frente e a traseira tinham faróis e lanternas retangulares, embora a parte central da carroceria fosse mantida igual. Também surgiria a versão topo-de-linha Diplomata, onde um pacote de itens de luxo equiparia a toda a família Opala Diplomata e Comodoro. Na mesma década de 80, o Opala passou a contar com suspensão mais eficiente e freios dianteiros a disco duplo, melhores que os antigos sólidos; com a nova suspensão, o Opala ganhava em estabilidade e segurança: antes indeciso em curvas oscilantes e arrancadas fortes, passou a transmitir mais confiança ao piloto. Em 1981  mudava por dentro, ganhando um novo painel de instrumentos. Dentre os principais requintes, ressaltam-se o ar condicionado com saída para os passageiros no banco traseiro; a partir de 1985, recebia vidros elétricos, antena elétrica, retrovisores elétricos, porta malas com acionamento elétrico, travas elétricas, desembaçador do vidro traseiro, aquecedor interno, volante com regulagem de altura, dentre outros recursos que o mantinham no topo da linha da GM brasileira. A partir daí, seguiram vários retoques em detalhes estéticos e aprimoramentos mecânicos, elétricos e de conforto até o fim da sua produção